A pochete está de volta! E você também vai querer usar
Até então sinônimo de mau gosto, a pochete é redimida e se consagra como acessório cool
Por essa você não esperava: a pochete, um dos acessórios que marcou os anos 90 e que acabou virando sinônimo de mau gosto, volta como tendência absoluta e status de objeto de desejo.
O hype não é por acaso. Marcas como Gucci, Marc Jacobs, Tory Burch, Fenty x Puma e Zimmermann colocaram a famigerada bolsa na altura da cintura em suas passarelas na última temporada internacional (verão 2018). A ideia conquistou logo as figuras do streetstyle, que se apressaram em colocar a tendência nas ruas.
Desvendando o hype
Além do fator subversivo tão apreciado pela moda, que se diverte em quebrar códigos e estigmas de bom-gosto (vide as bolsas tipo sacolas de feira ou as net bags, ou então as botas tipo Ugg), a pochete tem outros trunfos.
Prática, ela é sinônimo de liberdade, já que permite mãos e ombros livres. Outro ponto positivo é que ela pode servir para acinturar a silhueta, criando uma ideia de feminidade que se opõe ao imaginário esportivo e masculino do acessório.
Como usar
A grande questão é: como incluir a pochete no seu look sem parecer que você voltou para os tempos de escola nos anos 90? A resposta está na dica do modelo escolhido. A não ser que você faça o estilo street, esqueça as versões de náilon e molinhas e prefira de couro, pequenas, de preferência quadradas e ligeiramente estruturadas, que deixam o acessório mais maduro e sofisticado.
Na hora de combinar, vale tudo. A pochete pode ser uma maneira de deixar o look jeans + camiseta ou malha mais divertido, ou então injetar informação de moda em uma produção simples, como um vestido de verão.
